Leka

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terça-feira, 28 de abril de 2015

DESDE 1917 O EMPENHO NÃO É IMPORTANTE PARA A CONTABILIDADE.

Durante o Congresso de Informação de Custo e Qualidade do Gasto Público, realizado no auditório da ESAF em Brasília tivemos, dentre os diversos painéis e palestras, uma que deixou muitos dos presentes em posição de lamentável desconforto.
Refiro-me a uma palestra em que o apresentador resolveu derrubar do trono o famoso empenho , considerado o “rei da administração orçamentária”.
Quando ouvi o palestrante fazer referência ao papel do empenho na administração públicalembrei, imediatamente, do texto de Viçoso Jardim escrito em 1917 no livro A Contabilidade Pública do Brasil, editora Jacintho Ribeiro dos Santos, pag. 239  que a seguir transcrevo:
“O ponto culminante da questão difícil da despesa pública é o empenho. Dele depende os resultados definitivos do exercício. Ai se encontra a fonte de todos os males e abusos administrativos; e, enquanto se não sanear, pela força purificadora da luz e da publicidade, essa câmara escura da contabilidade do Estado, nenhum progresso assinalado se haverá conseguido na administração financeira”.
Efetivamente se, por imaginação, o empenho fosse o REI da administração, se apresentaria da seguinte forma:
“Sou vaidoso porque transmito confiança aos fornecedores, que me recebem como real garantia de pagamento”.
“Só compareço, para ensejar a despesa, quando já está presente o crédito orçamentário”.
“Na unidade gestora só apareço quando sou programado”.
“Eu me dou também com o orçamento e com a programação que minha existência não tem sentido sem eles”.
“Dona licitação ou Dona dispensa são minhas companheiras inseparáveis”
“ Enquadre-me no elemento de despesa correto para evitar “enquadramentos futuros”.
Certamente o empenho tem importância para o acompanhamento orçamentário. Entretanto, sob o aspecto da Contabilidade Patrimonial devem prevalecer os fatos administrativos movimentadores da massa patrimonial sejam eles resultantes ou não da execução orçamentária.
Pelo visto é assim, desde 1917. Parece que todos nós, atuantes nos sistemas de controle do setor público, sofremos de uma espécie de amnésia até à Constituição de 1988, a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Acesso à Informação.

https://linomartins.wordpress.com/

sexta-feira, 17 de abril de 2015

A arte de ser idiota. Seja um você também!

A arte de ser idiota. Seja um você também!
(por: Fernanda Martinelli)


A idiotice é vital para a felicidade. Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. A vida já é um caos. Então, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Quem se define, se limita, mais eu me defino como uma idiota.. pois bem. EU SOU IDIOTA!
Isso mesmo, idiota. Mas não pense que tenho vergonha disso.
Nos dias de hoje, ser idiota é privilégio.
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável! No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
Os idiotas de hoje são aqueles que conseguem sorrir mesmo quando a dor aperta.
São aqueles que ainda dizem "Eu te Amo" olhando nos olhos, que valorizam abraços e gostam de andar de mãos dadas.
Idiotas são românticos, no sentido mais meloso da palavra, mas não se envergonham disso. São aqueles que se permitem chorar quando a dor machuca, quando o amor se vai ou o filme emociona.
Idiotas são sentimentais. Se magoam com a menor das brigas e lutam pela reconciliação seja do seu grande amor, ou pelo seus amigos. São aqueles que não ligam para o que os outros dizem, eles se dão por completo em toda relação.
Idiota é aquele que pede desculpa mesmo sem ter errado, que pede licença, que dá bom dia, boa tarde, boa noite. Que pergunta “como vai?”, “precisa de alguma coisa?”, “ta tudo bem?’.
É aquele que não esquece nem do amigo que não dá mais notícias, aquele que lembra da infância e comemora o quanto foi bom cada um daqueles momentos ao lado dessas pessoas.
Idiota é aquele que ri de si próprio, que brinca de descobrir desenho em nuvem, que anda descalço e toma banho de chuva. Que chora por brigas, e que a cada briga acha que o mundo acabou, mas que logo perdoa.
Idiota é aquele que, mesmo nesse mundo corrompido, insiste em ser sincero. Que estende a mão pra ajudar quem for, que faz o bem sem olhar a quem.
Idiotas se preocupam, se arrumam. Querem estar sempre belos, nem que seja só pra se olhar no espelho.
Idiotas se divertem.
Idiotas tem amigos.
Idiotas são felizes.
Idiotas perdoam...
E eu sou idiota! =)
( E este post também..mas não tem problema.)
Teste a teoria. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...